Os sonhos

Longe de mim esteja deixar de sonhar
Deixar de ir para o mundo da não realidade
Pois se os sonhos deixar, como então respirar
Se são estes que fazem, sim, a identidade?

Mundo este que afasta todo o reclamar,
Que faz ser inviável a fugacidade,
Mostrando o mundo belo, possível de amar,
Quebra o fútil, inútil, mas não a verdade.

Se podes não sonhar, podes bem não viver,
Por assim escolher, fecha as janelas da alma,
Deixando-a estagnada, prestes a morrer.

Mas se negas os sonhos, não poderás ver,
Estarás preso àquela tão nefasta calma,
Faz perder os sentidos, te faz esconder.

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