Da complexidade de ser

Às vezes as ondas dos sentimentos batem forte,

Após uma ressaca que havia lhes deixado inerte.

Não importa pra qual claridade eu corra debaixo do sol,

Sempre há o dia em que os sentimentos vêm me assombrar.

Desse dia, não há como fugir,

Quando o coração aperta,

Não há anel bariátrico que segure as entranhas do ser.

A cada dia que passa, me assusto

Com a complexidade da pessoa que sou.

De quanto eu me complico a mim mesma,

De quanto escolho sozinha por todos

E calo nos gritos o silêncio de uma tremenda dúvida:

Sentir ou não sentir? Eis a questão.

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