Não tinha um título

Dias…

Dias escuros…

A noite.

Estrelas mortas…

Luzes apagadas…

A escuridão.

Ar vazio…

Lentas batidas…

A morte.

Encontrei essa poesia no meu caderno do 9o ano (ou 8a série). Pelo que me lembro, escrevi após ler o livro da Cecília Meireles “Olhinhos de Gato”. Não tinha título, nem nada era apenas isso na folha. Vai saber o que estava na minha mente quando eu escrevi algo tão sombrio. Tive que pensar numa música agora, provavelmente, se eu fosse escolher uma música naquela época, seria algo de Evanescence, mas agora vai ficar esse Adagio.

*Na foto, sarcófagos indígenas no museu etno-cultural da UFBA, em Salvador, 2014.

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