Morrer pelos companheiros

 

 

A cidade de Pensilvânia estava sitiada por zumbis. O último batalhão sobrevivente do quartel estava pronto para salvar sua cidade do ataque.  O coronel Christian reuniu seu pequeno exército par organizar a defesa.

– Faremos um pacto agora.

Ele pegou um de seus uniformes antigos e começou a cortá-lo em doze pedaços, um para cada soldado restante

– Eu vou para a linha de frente sozinho para morrer, já analisei as estratégias e será melhor assim. Guardem esse pedaço da minha roupa e mantenham a população segura. Sempre que se sentirem fracos, olhem para o pedaço de pano e lembrem-se de que quando tudo isso acabar, eu prometi que virá uma solução maior. Pensem no motivo mais importante para sobreviver e se amem, acima de tudo.

 

Esse texto foi feito durante uma classe de estudos sobre a Bíblia. Contei com a ajuda de duas colegas – a Gladys e a Jeana. Como tivemos apenas 5 minutos para escrever, ficou curtinha assim. Acho que poderia chamá-la de uma “mini-crônica”. Achei que ficou legalzinho, resolvi compartilhar com vocês.

A intenção é que seja uma espécie de paráfrase do texto bíblico descrito em Mateus 26: 17-30.

Eu queria uma imagem não convencional da célebre pintura de Da Vinci, A última ceia, e encontrei essa releitura cubista de Kika Goldstein (http://www.kikagoldstein.com.br/2012/04/santa-ceia/).

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