Sem caderninho, sem precedentes

(sobre um recesso de outubro em que não levei nem agenda, nem bloco de notas)

Saí de casa.

Olhei um novo horizonte, um mesmo que eu já conhecesse,

Mas se fosse toda vez igual eu saberia como terminaria

E não teria graça.

A verdade é que uma vida programada, não a é.

Bom mesmo é sair com somente o coração e a mente.

Coração pra sentir, mente pra refletir o coração.

Levo sempre comigo um caderninho.

Escrevo tudo que vejo e tudo que sinto, até que

O que acontece supera o que pode ser contado.

Me frustro sempre que vejo que perdi histórias incríveis,

Poderiam vários saber que existe vida fora de Marte,

Que não é preciso uma lua para sonhar.

Mas aprendi que há histórias para serem contadas

Somente ao coração.

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