Dèja vu

Eis que estava num ônibus comum,
De um caminho quase constante,
Na vista que tantas vezes olhei.

Sentei do lado oposto ao de sempre,
Olhei para o meu antigo banco,
Lembrei de uma vez inusitada.

Aquele dia em que descobri que
As surpresas não se superam
Pelas rotas combinadas.

Quando o encontro é inesperado,
Algumas coisas se tornam obrigatórias,
E não importa se fazem sentido.

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