A abertura do ser

Entre o tudo e o nada muito em comum há,
O longo percurso de um a outro começa e termina no mesmo ponto
É um túnel no espaço-tempo questionando a realidade.

O nada nos oprime e nos liberta;
O tudo nos ilude e nos mantém;
Unem-se na indeterminação que é o viver.

A temporalidade do existir nos assombra,
O tempo gasto para determinar definições
Ignora a arte que há no desocultar o indefinido que é o ser.

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